Sexta feiraaa….ahhhh

•08/08/2008 • Leave a Comment

Segundo post…e não tenho muito o que falar.

Até porque hoje é sexta feira, dia de sair para beber, encontrar os amigos, dançar, e assistir à abertura das Olímpiadas de Pequim!

Então, como não tenho assunto nem paciência para pensar em um, vou começar a postar toda sexta feira alguma dica de livro, CD, filme, seriado, entre outras coisas que nos fazem parar de pensar em trabalho ou chefe pegando no pé.

Hoje vou postar uma dica de música. Bom, mais ou menos.

Não sei se vocês conhecem o Estúdio Coca Cola Zero. É nele que sai as misturas mais inusitadas do mundo da música. Esse projeto começou ano passado na MTV, com a mistura de CPM 22 e Claúdia Leitte, Pitty e Negra Li, Armandinho e NX Zero, e muito mais. Esse ano o Estúdio Coca Cola Zero já reuniu Vanessa da Mata e Charlie Brown Jr., DJ Malboro e Natiruts, e hoje, ás 20:30, na MTV, vai rolar o show do Chitãozinho e Xororó com a Fresno.

Eu curto música sertaneja por influência do meu pai, então, eu não vou perder esse show por nada. Porque música sertaneja é música emo, né? Letras que falam sobre o amor e tals. É só mudar o violão, colocar uns riffs de guitarra e tá pronto a música emo.

Então não percam hoje, as 20:30, na MTV, o show da Fresno com o Chitãozinho e Xororó.

Tatoo

•07/08/2008 • Leave a Comment

Eu nunca sei como começar um blog novo ou um diário novo. Por isso vou começar falando sobre um assunto delicado: tatuagem.

Esse assunto me veio na cabeça porque acabei de assistir ao “Lavanderia MTV”, na MTV (aonde mais?). Estava em pauta a história de uma garota que tem várias “body modification”, ou modificação corporal, na qual a pessoa implanta, retira ou corta alguma coisa do corpo. No caso dela, ela dividiu uma parte da língua e implantou alguma coisa na mão (não prestei atenção). E porque ela foi no programa? Para reclamar sobre as pessoas que tem um pré-conceito sobre a sua aparência e porque muitas pessoas querem pegar ou ver as “body modification”.

Sinceramente, não querer atenção das pessoas é complicado quando você tem mais de 50% do corpo tatuado e implantes em lugares inusitados. As pessoas vão ver e comentar, e vão querer ver de perto ou tocar para ver se é de verdade e se não doi.

E o preconceito? Sempre vai ter. Uma menina que estava defendendo ela disse que trabalhou uma vez num acampamento de férias e teve que usar calças compridas no lugar das bermudas do uniforme, porque os pais não gostariam que seus filhos, depois que voltam do acampamento, viessem com a ideia de fazer uma tatoo. Mas isso não é preonceito. É uma exigência que muitas empresas que contratam pessoas que lidam com o público diretamente faz quando vai entrevistar ou empregar o interessado.

Outra coisa que apareceu no programa foi que as pessoas julgam muito pela capa do livro e nem veêm a sinopse. Isso é verdade, mas dizem que a primeira impressão que a gente tem conta muito sobre o conteúdo. Por exemplo: se a capa de um livro é preta com alguns detalhes com cores chamativas, tipo o vermelho, é porque o livro é bem soturno. Se ele for super colorido, é porque o assunto é mais jovial. Com as pessoas também é assim. Se ela tem tatuagem de caráter “forte”, provavelmente ela é uma pessoa nervosa, ansiosa. Se for uma coisa mais delicada, mais “cute”, a pessoa é fofinha, delicada.

Eu não tenho nada contra pessoas tatuadas, até queria fazer uma, mas quem faz tatuagem para preencher boa parte do corpo é porque não está satisfeita com a sua aparência ou quer se aparecer.